20 ANOS DA LEI N° 9.433/97

PERCEPÇÕES DOS COMITÊS DE BACIA HIDROGRÁFICA E DOS ÓRGÃOS GESTORES DE RECURSOS HÍDRICOS

Autores

  • Paulo Eduardo Aragon Marçal Ribeiro Universidade Federal Fluminense
  • Mônica de Aquino Galeano Massera da Hora Universidade Federal Fluminense

Resumo

O presente artigo objetivou avaliar a percepção dos Comitês de Bacia Hidrográfica e dos órgãos gestores de recursos hídricos, dois importantes integrantes do Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos, quanto à implementação dos instrumentos de gestão estabelecidos na Lei nº 9.433/97, 20 anos após a sua promulgação. Constatou-se que a maioria dos órgãos gestores está focada em operacionalizar a outorga e em elaborar os Planos de Recursos Hídricos. Já dentre os Comitês, a maioria ainda está investindo na elaboração e implementação dos Planos de Bacia, com recursos financeiros oriundos, em parte, dos estados, e em operacionalizar a cobrança. O estudo destaca a importância do entendimento dos aspectos regionais e da regulamentação das legislações. Os autores concluem pela necessidade da criação de fundos e mecanismos de apoio técnico e financeiro às atividades dos Comitês, principalmente em regiões onde a sustentabilidade financeira através da cobrança não é viável.

Biografia do Autor

Mônica de Aquino Galeano Massera da Hora, Universidade Federal Fluminense

Possui graduação em Engenharia Civil pela Universidade Federal Fluminense e mestrado e doutorado em Engenharia Civil pela Universidade Federal do Rio de Janeiro com ênfase na área de recursos hídricos. Atualmente é professora adjunta da Universidade Federal Fluminense. Tem experiência na área de Engenharia Civil, com ênfase em hidrologia, gestão de recursos hídricos, geração hidráulica-energética e sedimentologia fluvial.

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Publicado

2019-04-30