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RBRH
Revista Brasileira de Recursos Hídricos
Brazilian Journal of Water Resources

ISSN 2318-0331

VOLUME. 5 - Nº. 4 - OUT/DEZ - 2000
ARTIGO
ANÁLISE DA APLICABILIDADE DE PADRÕES DE CHUVA DE PROJETO A PORTO ALEGRE
Resumo:
As chuvas (ou hietogramas) de projeto são metodologias de representação simplificada da distribuição temporal da precipitação, utilizadas basicamente como entrada em modelos de simulação chuva-vazão, para dimensionamento de estruturas hidráulicas. O objetivo do presente trabalho é analisar a aplicabilidade às características da cidade de Porto Alegre de metodologias tradicionais de obtenção de hietogramas de projeto, desenvolvidas em outros países. Nessa análise, procurou-se empregar as condições usualmente adotadas em projetos de engenharia. Para tanto, foram obtidas chuvas de projeto, através da aplicação de diferentes métodos, a partir dos dados de duas estações pluviográficas em funcionamento na cidade. A seguir, foram simuladas vazões, com base nas chuvas de projeto determinadas e nos maiores eventos chuvosos reais registrados nas estações em análise. Foi ajustada uma distribuição estatística às séries de descargas máximas assim determinadas. As vazões máximas geradas pelas diferentes chuvas de projeto foram então comparadas com as vazões de pico obtidas a partir do ajuste estatístico, visando, com isso, avaliar a aplicabilidade dos padrões de chuva de projeto estudados às características pluviográficas da cidade de Porto Alegre. Em ambos os postos pluviográficos, verificou-se, para as menores durações, pequenas superestimações e até, em alguns casos, subestimações das vazões geradas por todas as chuvas de projeto empregadas, confirmando a prática de uso, para pequenas áreas, do Método Racional. Para as durações mais longas, ao contrário, os valores de vazões de pico obtidos a partir das chuvas de projeto foram bastante superiores aos determinados pelo ajuste estatístico. Tal superestimação já era esperada, tendo em vista que o objetivo básico das metodologias de obtenção de chuvas de projeto é gerar eventos que tenham efeitos máximos no escoamento. 
Palavras-chave: ANÁLISE, CHUVA, PORTO ALEGRE. 

 

 

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