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RBRH
Revista Brasileira de Recursos Hídricos
Brazilian Journal of Water Resources

ISSN 2318-0331

A partir de 2017, a RBRH publica os artigos de forma continua. Os artigos estão disponíveis para consulta em:
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issuetoc&pid=2318-033120170001&lng=en&nrm=iso
ARTICLE
Preliminary estimate of floods discharge in Brazil using Creager envelope curves
Abstract:
Hydrologic studies are essential for the design and safety of hydraulic structures. In the past, a number of empirical equations were developed to represent relationships between drainage areas and observed peak discharges. Although these empirical equations have not been used frequently to study peak discharges due to the use of more detailed and sophisticated analysis, they can be used to estimate reference values, especially in ungaged sites. The objective of this paper is to assess peak discharges observed in many regions in Brazil, estimate the 10,000-year discharges according the Guia para Cálculo de Cheia de Projeto de Vertedores from Eletrobrás and compare them to the Creager envelope curves. In this study we used the records of naturalized discharges for the period of 1931 to 2012, for 131 hydroelectric projects selected in the main river basins in Brazil, using the official data published by the Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) for the Sistema Interligado Nacional (SIN). The results presented in this paper show that it is possible to use the Creager envelope curves as a preliminary estimate of the design floods in Brazil. Generally, values of the Greager C coefficient between 60 and 100 are recommended for a preliminary estimate of a range of maximum discharges within drainage areas bigger than 10,000 km2. The results can be used in the preliminary estimate of maximum discharges and 10,000-year discharges for sites with no data using C values obtained from areas with enough data in the same river basin and with similar physical characteristics. 
Keywords: Peak discharge; 10,000-year discharges; Creager envelope curves 

 

 

Estimativa preliminar de vazões de cheias no Brasil usando curvas envoltórias de Creager
Resumo:
Os estudos hidrológicos de cheia são essenciais para o dimensionamento e segurança das obras hidráulicas. No passado uma série de fórmulas empíricas foram desenvolvidas para descrever a relação entre a área de drenagem e as vazões máximas de cheia observadas. Embora as fórmulas empíricas não sejam empregadas com grande frequência em estudos de cheias, em virtude do emprego de métodos mais sofisticadas e detalhados, elas podem ser utilizadas para determinar valores de referência, principalmente em locais com poucos dados hidrológicos. O presente artigo analisou as maiores vazões de cheia observadas em diversas regiões do Brasil, estimou as vazões decamilenares segundo o procedimento do Guia para Cálculo de Cheia de Projeto de Vertedores da Eletrobrás e comparou-as com a curva envoltória de Creager. Foram utilizadas as séries de vazões naturais reconstituídas, compreendidas entre 1931 a 2012, para 131 aproveitamentos hidrelétricos previamente selecionados nas principais bacias hidrográficas do Brasil, disponibilizadas pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), para o Sistema Interligado Nacional (SIN). Os resultados apresentados neste artigo mostram que é possível utilizar as curvas envoltórias de Creager como referência preliminar na estimativa de vazões de cheias para projetos. No Brasil, de maneira geral, valores do coeficiente C de Creager entre 60 e 100 são recomendados na determinação preliminar de um intervalo de vazões máximas em locais com áreas de drenagem superiores a 10.000 km2. Os resultados podem ser usados na estimativa preliminar de uma vazão máxima e da vazão decamilenar para um local sem dados, usando valores de C obtidos em um local com dados na mesma região hidrográfica com características físicas similares.

 
Palavras-chave: Vazão de cheia; Vazão decamilenar; Curva envoltória de Creager 

 

 

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