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RBRH
Revista Brasileira de Recursos Hídricos
Brazilian Journal of Water Resources

ISSN 2318-0331

VOLUME. 19 - Nº. 1 - JAN/MAR - 2014
ARTIGO
Efeito do Controle de Montante de Sub-bacias Embutidas na Previsão Hidrológica de Curto Prazo com Redes Neurais: Aplicação à Bacia de Ponte Mística
Resumo:
Neste trabalho foi avaliado o efeito do controle de montante em sub-bacias embutidas na previsão hidrológica de curto prazo, com a investigação conjunta de dois aspectos: variação da área controlada e a variação da frequência de aquisição das vazões de entrada do modelo. O local escolhido para essa pesquisa foi a porção da bacia do rio Ijuí com exutório no posto fluviométrico da Ponte Mística e as suas sub-bacias embutidas de Santo Ângelo, Ponte Nova do Potiribu, Colônia Mousquer, Passo do Faxinal e Turcato. Os dados de vazão utilizados foram obtidos da Agência Nacional de Águas (ANA) e do projeto de monitoramento da bacia do Potiribu, enquanto que os dados de precipitação foram obtidos por uma série histórica de precipitações médias de uma grade de chuvas interpoladas a partir dos dados de 65 postos pluviométricos da região.
Para este estudo foram utilizados dados de 22/08/1989 à 01/06/1994 (1.408 dias). Esse período foi selecionado por ser o maior período com dados concomitantes em todos os postos fluviométricos. Os modelos escolhidos para esse estudo foram as redes neurais artificiais de múltiplas camadas, com utilização do algoritmo retropropagativo. As entradas nos modelos foram os dados de precipitação média e as vazões médias diárias da bacia de Ponte Mística e de suas sub-bacias, e as saídas foram
as vazões médias diárias de Ponte Mística um dia à frente. Foram apresentadas nove alternativas de controle físico de montante. Também foram aplicadas, para cada uma das alternativas, valores defasados das variáveis, com a utilização dos dados de vazão com antecedência de 24h e 48h. A utilização de vazões horárias do Turcato foi comparada com uma alternativa que contempla o mesmo posto, mas com dados diários, para investigar se a utilização de dados com um maior detalhamento
temporal pode produzir melhores resultados. Para a análise do desempenho da rede foi aplicado como estatística de
qualidade o coeficiente de Nash-Sutcliffe (NS). A avaliação estatística apresentou bons resultados na previsão de vazão para
todas as alternativas de controle, sendo o menor NS de 0,91 e o maior de 0,97. A utilização de um maior detalhamento
temporal, com aplicação de vazões horárias, provocou uma redução no desempenho do modelo, com o NS caindo de 0,91 para 0,89. Observou-se também que, quanto maior a área controlada das bacias, melhores são os resultados para a previsão de vazão. 
Palavras-chave: Previsão hidrológica de curto prazo; Redes Meurais. 

 

 

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